COVID-19: fraternidade em tempo de pandemia
- 27 de mai.
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Atualizado: 30 de mai.
A pandemia de COVID-19 foi um teste sem precedentes às sociedades contemporâneas. Um teste à solidariedade, à capacidade de sacrifício individual pelo bem colectivo, à confiança nas instituições e à resistência dos laços comunitários face ao isolamento forçado.
Para a Maçonaria, a pandemia colocou questões práticas imediatas: como manter a vida das Lojas quando os encontros presenciais são impossíveis? Como preservar o sentido de irmandade quando o abraço, o aperto de mão e a presença física — elementos centrais da cultura fraterna — são interditos por razões de saúde pública?
As respostas foram diversas. Algumas Obediências suspenderam completamente os trabalhos. Outras experimentaram formatos digitais, com os limites e as estranhezas que a ritualidade maçónica em ambiente virtual inevitavelmente produz. Outras ainda intensificaram o apoio mútuo entre Irmãos — o aspecto mais concreto e imediato da fraternidade: saber quem precisa de ajuda e estar disponível para a dar.
O My Fraternity acompanhou este período com a convicção de que a Maçonaria tem, nas situações de crise, uma oportunidade de demonstrar na prática o que professa nos rituais. Fraternidade não é uma palavra de aparato. É uma escolha que se faz — ou não se faz — quando as circunstâncias são difíceis. A pandemia foi, nesse sentido, um espelho.




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