«Devem ser rebeldes»: a juventude, o futuro e a memória que não se rende
- 5 de mai. de 2017
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Atualizado: 30 de mai.
Há uma frase que percorre a história da pedagogia e da política com a força das verdades simples: os jovens não são apenas o futuro — são também o presente. A exortação a que «sejam rebeldes» não é um convite à destruição, mas ao inconformismo criativo: à recusa de aceitar que o mundo tal como está é o único mundo possível.
A Maçonaria tem uma relação particular com a ideia de transmissão entre gerações. O iniciado recebe um legado — de valores, de práticas, de símbolos — e é convidado a trabalhar com ele, a aprofundá-lo, a passá-lo adiante enriquecido. Não é uma transmissão passiva. É um diálogo através do tempo.
Neste sentido, a rebeldia que se pede aos jovens é uma rebeldia maçónica no seu espírito mais profundo: a de não aceitar a injustiça como inevitável, de não se habituar ao inaceitável, de não confundir resignação com maturidade. A maturidade verdadeira não é a que se acomoda. É a que persiste, com método e com princípios.
O My Fraternity partilhou esta mensagem como um eco da sua própria missão: formar cidadãos que sejam ao mesmo tempo guardiões da memória e construtores do futuro. Que saibam de onde vêm para poderem decidir para onde vão.



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