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Maçons e os seus Estandartes: 300 anos de Maçonaria especulativa

  • 22 de mai. de 2017
  • 1 min de leitura

Atualizado: 30 de mai.

Em maio de 2017, Maçons de todo o mundo desfilaram com os seus estandartes para comemorar os trezentos anos da fundação da Grande Loja de Londres em 1717 — o momento que a história reconhece como o nascimento da Maçonaria especulativa moderna. Três séculos. Uma instituição que sobreviveu a revoluções, guerras, perseguições, caricaturas e modas.

Os estandartes têm um papel particular neste contexto. Não são mera decoração. São a identidade visual de uma Loja: a sua história, os seus símbolos, a sua singularidade dentro da irmandade mais vasta. Quando uma Loja desfila com o seu estandarte, afirma a sua continuidade — a de uma comunidade específica de homens que trabalharam juntos, que se conheceram, que se apoiaram, que construíram algo em comum.

Trezentos anos de Maçonaria especulativa são também trezentos anos de uma ideia: a de que os homens podem organizar-se livremente em torno de princípios éticos, sem imposição religiosa ou política, para trabalhar pelo seu próprio aperfeiçoamento e pelo bem da sociedade. É uma ideia que continua actual — talvez mais do que nunca, num tempo em que as certezas colectivas se fragmentam e a necessidade de espaços de encontro genuíno se torna urgente.

O My Fraternity associou-se a estas comemorações com o sentido de pertença a uma história que vai muito além das fronteiras portuguesas — e com a consciência de que celebrar trezentos anos não é olhar para trás, mas confirmar o sentido de uma caminhada que continua.

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