William Shakespeare conhecia algumas das terminologias maçónicas?


NOME: Anónimo (Anonymous) PAÍS: Inglaterra, Alemanha - ANO: 2012 GÉNERO: Suspense, Histórico, Drama DIRECTOR: Roland Emmerich ELENCO: Rhys Ifans, Vanessa Redgrave, Joely Richardson

MAÇONARIA: «Todos sabem que William Shakespeare é, sem sombra de dúvidas, o maior dramaturgo da história na língua inglesa. Mas o que talvez poucos imaginem é que, entre tantos assuntos abordados por Shakespeare em suas inúmeras obras, um deles é a Maçonaria.

A Sublime Ordem pode ser encontrada de forma discreta em várias das obras de Shakespeare. Entre elas, podemos destacar as seguintes passagens - Obra: “Coriolanus”: “Belo trabalho o vosso e o desses homens de avental, que importância dais tanto aos votos dos artífices…” – Obra: “Ricardo III”: “Podes, Ricardo, quando eu próprio o souber, porque juro que não sei ainda, mas, pelo que ouvi, ele crê em profecias e em sonhos, e do alfabeto escolhe a letra “G”.

Outra referência curiosa é a presença em Hamlet de duas personagens, Rosencrantz e Guildenstern, cujos nomes soam muito como Rosecroix e Guildenstern, uma palavra que tem “guilda” como raiz. Por conta destas e outras tantas passagens relacionadas ao Antigo Ofício, alguns Irmãos querem crer que Shakespeare era um maçon. Há ainda alguns desejosos de que Shakespeare seja o pai da Maçonaria Especulativa.

É importante ressaltar que não há qualquer prova ou mesmo o menor indício de que Shakespeare tenha sido iniciado nos Augustos Mistérios da Maçonaria. Porém, a presença da Maçonaria nas obras do Shakespeare não deixa de ser importante, pois acusa a relevância social que a Maçonaria, no auge de sua transformação Operativa-Especulativa, experimentava entre o final do Século XVI e o início do século XVII, na velha Inglaterra».

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