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A justiça cega e as injustiças cometidas | Portugal

A justiça cega e as injustiças cometidas.


1. A justiça é uma instituição essencial para a manutenção da ordem e da equidade na sociedade portuguesa. A justiça deve ser uma instituição que inspire confiança e segurança, mas nem sempre acontece.


2. No entanto, muitas vezes, a justiça acaba cometendo injustiças que prejudicam as pessoas inocentes.


3. Essas injustiças podem ocorrer por diversos motivos, como falhas no sistema judiciário, corrupção, preconceito ou até mesmo por falta de provas suficientes para a condenação de um arguido. No entanto, o pior dos cenários é as provas não serem tidas em conta pelo sistema judiciário.


4. A falta de justiça em casos onde há erros e formalidades por parte dos intervenientes judiciários pode deixar as vítimas numa situação difícil e dificilmente acreditarão no sistema.


5. É importante que os erros e formalidades cometidos pelos intervenientes judiciários fossem prontamente identificados e corrigidos para que a justiça seja feita.


6. Lamentavelmente, pelo menos em Portugal, se um recurso for erradamente encaminhado, por parte de um advogado, por exemplo, a Injustiça prevalece por ausência da Justiça. As vítimas ficam sem Justiça!


7. A falta de transparência no processo judicial pode contribuir para a ocorrência de erros e formalidades, além de prejudicar as vítimas que ficam sem acesso às informações do caso.


8. Seria fundamental que houvesse mecanismos de responsabilização e punição para os intervenientes judiciários que cometem erros e formalidades conscientes que afetam o resultado final do processo, sem necessidade de qualquer queixa.


9. A defesa dos direitos das vítimas e a garantia de um processo justo são essenciais para que a justiça seja realmente feita e para que as vítimas sejam tratadas com dignidade e respeito.


10. Quando uma injustiça é cometida pela justiça, as consequências podem ser devastadoras para a vida das pessoas envolvidas.


11. É importante que a sociedade como um todo fique atenta a essas injustiças e lute para corrigi-las. Isso pode ser feito por meio de denúncias, manifestações, petições e outras formas de mobilização popular.


12. É preciso que a justiça seja sempre imparcial e que as decisões sejam baseadas em provas concretas e não em preconceitos ou opiniões pessoais de quem tem o poder de decidir.


13. A luta contra a injustiça na justiça é uma causa que deve ser abraçada por todos, independentemente da cor, gênero, religião ou posição social.


14. Aqueles que têm menos recursos e menos poder muitas vezes são vítimas das injustiças cometidas pelo sistema judiciário.


15. É importante que haja transparência e prestação de contas no sistema de justiça, para que as injustiças sejam expostas e corrigidas.


16. A existência de um espaço na Justiça que voltasse a avaliar as injustiças que a justiça verificou, ajudaria à renovação da confiança na justiça.


17. Vamos juntos lutar por uma justiça mais justa e igualitária, onde os direitos de todos sejam respeitados e a verdade prevaleça.


18. As minhas perceções são pontos de reflexão de quem reflete sobre a injustiça em Portugal.


19. A luta contra a injustiça na justiça é uma causa que deve ser defendida por todos aqueles que acreditam na igualdade de direitos e na justiça social.


20. A discriminação racial, de gênero, de orientação sexual ou de classe social dentro do sistema de justiça é uma forma de injustiça que deve ser combatida pelos partidos políticos e pela sociedade no seu todo.


21. As vítimas de violência doméstica e de crimes sexuais muitas vezes enfrentam uma série de obstáculos ao procurar a justiça, e é preciso garantir que elas sejam ouvidas e protegidas.


22. Estranhamente, os agressores, ou são absolvidos, ou são condenados a penas suspensas. Estranha justiça, a que se faz por territórios de língua portuguesa.


23. Se a vítima sofreu 12 atos de agressão de v.d., o arguido devia ser condenado pelos 12 crimes de violência doméstica.


24. A baixa taxa de condenação em casos de violência doméstica e crimes sexuais é um reflexo do preconceito e da falta de sensibilidade de muitos intervenientes judiciários em relação às vítimas.


25. A cultura de culpabilização da vítima, que é muito comum em casos de violência doméstica e crimes sexuais, também contribui para a falta de justiça nessas situações.


26. É importante que haja uma maior sensibilização e treino para os intervenientes judiciários sobre como lidar com casos de violência doméstica e crimes sexuais de forma sensível e justa.


27. Além disso, é essencial que as vítimas tenham acesso a serviços de apoio e proteção durante o processo judicial, para que se sintam seguras e apoiadas durante todo o processo.


28. A falta de justiça em casos de violência doméstica e crimes sexuais pode ter consequências devastadoras para as vítimas, incluindo a perpetuação do ciclo de violência e traumas psicológicos.


29. É fundamental que a justiça seja feita em todos os casos de violência doméstica e crimes sexuais para que as vítimas possam ter paz de espírito e para que a sociedade possa enviar uma mensagem clara de que esse tipo de comportamento é inaceitável.


30. A justiça deve ser sensível às necessidades das crianças, dos idosos e das pessoas com deficiência, garantindo que seus direitos sejam respeitados e que elas tenham acesso à justiça.


31. Já ouvi a justiça ou alguém em seu nome, a dialogar, grosseiramente, com crianças inocentes, menores, em sofrimento, que eram vítimas e considero isso repugnante e cruel.

32. A justiça deve ser sempre guiada pela ética e pelos valores democráticos, garantindo a igualdade de todos perante a lei.


33. É preciso que haja uma maior participação da sociedade na fiscalização e no monitorização do sistema de justiça, para garantir que ele cumpra o seu papel de forma justa e imparcial.


34. Por fim, é importante lembrar que a luta contra as injustiças cometidas pela justiça é uma luta contínua e que exige a participação de todos nós. Juntos, podemos garantir que a justiça seja realmente justa para todos.


35. Sou apenas alguém que pensa e dediquei-me no final da tarde de hoje a estas reflexões, que aqui partilho, com total amizade e respeito.


@ A.C.

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